domingo, 3 de julho de 2011
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Mudanças à vista!
Amigos do bloguinho!!!
O Power Cinema está numa fase de mudanças. Mudanças para melhor! Estamos com um domínio próprio e reestlizamos todo nosso site para uma imagem mais nova, com mais recursos e mais atrativa para quem nos lê.
A intenção com isso é nos fixarmos como uma fonte de referência para as pessoas que querem saber o que esperar de algum filme, sem ter que estar presa a uma opinião ranzinza e arraigada a valores decadentes e conservadores de uma indústria que simplesmente não compartilha de amarras criativas.
O Power Cinema nesses 2 anos e meio vem tentando se consolidar nesse meio, não como um repositório de informações e opinião sobre cinema, mas sim sobre um novo approach de como se vê se cinema, sem amarras, sem puritanismos, mas preservando a qualidade, a diversão.
O nosso lema continua o cinema é para entreter antes de tudo, esse entretenimento pode ser passado de diversas maneiras, seja numa forma de reflexão da realidade, seja sobre uma história real de alguém especial, seja com pequenas histórias bobas, mas que nos fazem espairecer e esquecermos os aborrecimentos do dia-dia, tudo isso é o que nós do powercinema tentamos avaliar e considerar e não apenas a visão de que cinema bom é cinema "arte" é cinema em preto-e-branco, com dramas reflexivos ou introspectivos, histórias para repensar valores.
O que importa é que seja bom e é nesse intuito que estamos buscando nos reinventarmos, melhorarmos, para trazer para os nossos ainda pouco leitores, mas fieis que estamos seguindo em frente e que podem acreditar que isso aqui veio para ficar e quem sabe no futuro alcancemos um status de destaque nesse meio e vocês serão os maiores responsáveis por isso, não tenham dúvidas!
Por isso visitem o nosso novo centro em WWW.POWERCINEMA.COM.BR As mudanças não serão apenas visuais, mas também na quantidade de notícias. Vamos buscar tratar de mais assuntos relativos a entretenimento, notícias relevantes, tudo para diversificar e apresentar mais para quem nos lê. Sempre com uma opinião simples e descompromissada sem conservadorismos.
UM GRANDE POWER ABRAÇO A TODOS!!!!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Robin Hood
Título Original- Robin Hood
Título Nacional- Robin Hood
Diretor- Ridley Scott
Roteiro- Brian Helgeland
Gênero- Ação/Guerra
Ano- 2010
- Quem foi Robin Hood?
Título Nacional- Robin Hood
Diretor- Ridley Scott
Roteiro- Brian Helgeland
Gênero- Ação/Guerra
Ano- 2010
- Quem foi Robin Hood?
Sim, muitos já sabem que ele é conhecido como o príncipe dos ladrões, o que rouba dos pobres e entrega aos ricos, um injustiçado em muitos sentidos. Essa historinha repetidas milhares de vezes não é a bola da vez nesse Robin Hood de Ridley Scott em parceria com Russel Crowe interpretando o protagonista que titulariza a produção. O filme aborda o período anterior a ele se tornar o Robin Hood que todos viemos a conhecer mais comumente e as razões que o conduziram para tanto. Se tomarmos por base um outro título famoso com a personagem iremos remontar a produção com Kevin Costner e Morgan Freeman que faz tudo muito corrido no seu começo, buscando partir para os eventos na famosa floresta de Sherwood.
O Robin Longstride, portanto antes de ser o Robin Hood que ficará famoso, foi um soldado sob a liderança de Ricardo Coração de Leão (Danny Huston) nos idos das Cruzadas e atua como um mercenário naquelas campanhas. Naquele momento ele já era um arqueiro e daí poderia ter vindo a explicação para o uso do arco e flecha pela personagem nos tempos seguintes de fora da lei. O rei morre em campanha (atentem para o momento da morte) e Robin deixa o exército em busca de outra vida acompanhado por alguns colegas de armas Will Scarlet (Scott Grimes), Allan A'Dayle (Alan Doyle) e João Pequeno (Kevin Durand). Eles se unem pelo objetivo em comum inicial, mas irão fazer parte da vida do protagonista por toda a história, inicialmente por gostarem da sorte dele e segundo por simpatizarem com seu estilo de conduzir as situações.
Enquanto escapavam, eles se deparam com uma emboscada que havia pego uma tropa do rei que levava a notícia de sua morte. Depois de afugentarem os inimigos, entre eles Godfrey (Mark Strong), Robin é incumbido da missão de levar a espada de um dos cavaleiros, Robert Loxley (Douglas Hodge), até seu pai Walter (Max von Sydow) e passar a triste notícia de que não mais voltará para casa. A princípio relutante com a promessa, Robin termina resolvendo cumpri-la, mal sabendo que isso iniciará uma sucessão de eventos curiosos que desencadearam efeitos nunca antes imaginados tanto para ele, como para a própria Inglaterra.
Grato por ter trazido a notícia sobre o filho, Walter resolve abrigar Robin e também aproveitar a oportunidade de ajudar a agora ex-esposa do seu filho Lady Marion (Cate Blanchet) para que quando ele morresse ela não ficasse desamparada. Mais uma vez Robin aceita tudo, até porque não era uma oferta que se ganhasse todos os dias, ainda mais na situação que se encontrava. O agora rei João (Oscar Isaac), bem distante do carisma de seu irmão Ricardo, começa uma política de recolhimento de impostos na Inglaterra a fim de diminuir o déficit do reino, mas não sabia que vinha sendo manipulado por Godfrey que servia a outro senhor. A política desagrada os barões que se insurgem contra o Rei e causam instabilidade social deixando a Inglaterra vulnerável a ataques externos de outros países.
O que já era de se esperar acontece, Robin irá participar dos eventos e ser um dos protagonistas nos eventos que irão salvar a Inglaterra. Verdade seja dita, o filme conta ótima produção, excelentes tomadas de câmera, boas cenas de ação e a recriação da Inglaterra do passado é interessante e mata um pouco da vontade de se ver como deveriam ser as coisas naqueles tempos. O roteiro peca em diversos momentos pela carência de maior coesão, coerência nos eventos, tudo é muito ao acaso, muito a cerca do destino. Sim, é sabido que coincidências ocorrem, mas a forma como elas se desenrolam no longa é muito conveniente e termina dando um ar de falta de criatividade e paciência em se fazer algo mais apurado.
O resultado é que o filme é bom no geral, mesmo com seus deslizes aqui e acolá. O filme não é ruim tecnicamente de forma geral. A questão é que as coincidências acontecem a todo tempo e em momentos inusitados pra muitas pessoas. Apenas a forma como é retratado no longa é que fica meio forçada, nada que retire tanto assim a qualidade. As atuações estão boas, apesar de Russel fazer um personagem que relembra muito o Maximus de Gladiador, ele consegue traçar uma linha diferenciadora que não diminui a caracterização. Cate Blanchet está "ok" como Lady Marion e os demais seguem a mesma toada. Então, não se abata com algumas críticas mais duras que Robin Hood pode estar tendo. As pessoas tendem a pegar muito no pé de certas produções simplesmente por causa do time que participa. Foi assim com Alice e é assim nesse caso também. Por fim, da mesma forma que exageraram lá, o mesmo fizeram por aqui. Se for assistir esteja preparado para os inconvenientes e inconsistências, mas não se deixe levar somente por isso. Atentem aos bons aspectos que permeiam a produção e se divirtam. O filme é bem divertido.
Intensidade da Força: 7,5
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A Hora do Pesadelo
Título Original- A Nightmare on Elm Street
Título Nacional- A Hora do Pesadelo
Diretor- Samuel Bayer
Roteiro- Wesley Strick/Eric Heisserer
Gênero- Terror
Ano- 2010
- A versão 2 do Freddy...
Intensidade da força: 7,0
Título Nacional- A Hora do Pesadelo
Diretor- Samuel Bayer
Roteiro- Wesley Strick/Eric Heisserer
Gênero- Terror
Ano- 2010
- A versão 2 do Freddy...
Freddy is back! Sim! E ele não está de volta apenas como uma mera idéia revivida da mesma forma como foi pensada há quase 30 anos. Ele está mais dark, mas louco, mais impressionante. Nesse novo filme que é uma refilmagem do clássico do gênero horror dos idos de 1984 e que marcou a longa vida de uma das melhores e mais icônicas séries de horror dos cinemas, Freddy volta encarnado por Jackie Earle Haley e faz jus ao que todos já tinham percebido desde que viram o Rorschach de Watchmen. O cara lembra o clássico imortalizado por Robert Englund e questionado por alguns fãs de Jackie conseguiu ficar a altura do original. Não, igual, mas melhor. O "novo" Freddy é um upgrade bem-vindo a um desgastado e mal encaixado Kruger para os anos 2000. Muito bom para seu tempo, mas inadequado para o atual. Essa nova roupagem dada ao personagem vem para melhor e pode ser o frescor que faltou noutras refilmagens recentes de filmes de horror que ficaram muito mal feitas recentemente (Sexta Feira 13, Halloween e Massacre da Serra Elétrica).
O filme já começa bombando, a mil por hora, com o nosso querido mestre dos pesadelos arrasando sua primeira vítima nos primeiros minutos de película. Esse evento apenas abre as portas para a sucessão de fatos que ligam os adolescentes a uma história do passado que encobre segredos aterrorizantes. As pessoas de uma pequena cidade e que vivem na pacata rua Elm estão tendo sonhos iguais. Elas sonham com um sujeito vestindo uma roupa vermelha de listras com uma garra de pequenas facas no lugar de uma das mãos e que as persegue nos sonhos. O mais impressionante é que se as pessoas morrerem no sonho, morrem na realidade. Esse é Freddy Kruger e ele fará de tudo para ter sua "vingança", ou simplesmente se divertir um pouco com a desgraça alheia.
Nesse longa a característica pastelão do original é um pouco deixada de lado e o filme adota um ar mais sério que dá muito mais fidelidade à personagem. Vá lá que os sustos são previsíveis que dão dó e que mesmo com essa nova imagem o personagem de Freddy não é lá tão assustador porque ainda que mais sério ele não deixa o jeito se perder totalmente. Krueger continua brincando e gozando suas vítimas com piadas macabras e um senso de humor perverso e doentio muito mais chocante do que o original. Algumas pessoas questionam isso, mas a verdade é que fica melhor assim. Hoje em dia a antiga fórmula não cola mais.
Os jovens vão sendo atacados e mortos 1 a 1 até que a jovem Nancy (Rooney Mara) se junta a outro amigo, Quentin Smith(Kyle Gallner), para juntos tentarem desvendar o mistério dos sonhos conectados que tinham e quem poderia ser aquele sujeito que os atacava. Quando investigam, eles descobrem terríveis segredos dos pais, mas que irão se provar ainda mais impressionantes a medida que se aproxima o final do longa. O filme mantém uma narrativa rápida, mas constante e sem perder o foco, as mortes ficaram um pouco apressadas e como contam os eventos do passado ficou meio corrido também, mas nada grave. Até porque é em A Hora do Pesadelo 2 que a história fala mais de Freddy ainda antes do acidente que o matou queimado.
O que se vê ao final de A Hora do Pesadelo é um filme sólido de um gênero totalmente decadente já faz alguns anos e que vive de um ou outro expoente de algum valor como Arrasta-me para o Inferno ou Madrugada dos Mortos. Ainda que o filme venha sofrendo “horrores” com a crítica especializada ele se trata do melhor feito nessa nova onda de refilmagens e por larga margem. O novo Freddy é melhor que o antigo e o filme em si é até melhor que o primeiro. A Hora do Pesadelo nunca foi um primor, aliás como a grandíssima maioria de filmes de horror, mas diverte no que se propõe e é exatamente isso que essa nova versão faz. Há muitas chances de termos as outras continuações refeitas e seria muito bom, especialmente a Hora do Pesadelo 2 e 3 que são melhores ou tão bons quanto o 1. Então se você é fã da história ou apenas curte um filminho sombrio de vez em quando, dê uma chance para A Hora do Pesadelo. Você não vai se arrepender.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Alice no País das Maravilhas
Título Original- Alice in Wonderland
Título Nacional- Alice no País das Maravilhas
Diretor- Tim Burton
Roteiro- Linda Woolverton/Lewis Carroll
Gênero- Fantasia/Aventura
Ano- 2010
- A expectativa pode atrapalhar...
Título Nacional- Alice no País das Maravilhas
Diretor- Tim Burton
Roteiro- Linda Woolverton/Lewis Carroll
Gênero- Fantasia/Aventura
Ano- 2010
- A expectativa pode atrapalhar...
O maior problema que Alice nos País das Maravilhas vem sofrendo é esse. A expectativa por um filme espetacular. Convenhamos, não era para menos. Um filme desse estilo com Tim Burton na direção e Johnny Depp no elenco é normal que se tenha uma grande esperança, mas isso também pode gerar um efeito reverso. O próprio Homem de Ferro 2 vem passando por isso e talvez a possível continuação de Batman passe também por esse desafio. O filme conta a história de Alice (Mia Wasikowska), agora uma adolescente, que retorna ao mundo fantástico que tem uma rainha que possui um exército representado por cartas de um baralho, um gato que evapora no ar e um chapeleiro nada convencional. Então, Alice retorna a esse mundo quando tenta fugir de uma cerimônia de casamento arranjado na sociedade aristocrática da Inglaterra.
O problema é que Alice não lembrava que já estivera nesse mundo antes, quando criança, e todos esperavam a brava criança Alice que os salvara no passado, mas essa é confusa e um pouco perdida e insiste em afirmar que aquele mundo não existe, que é apenas um sonho. A questão é; o mundo estava com problemas. A Rainha de Copas (Helena Bonham Carter), também conhecida por Rainha Vermelha tinha tomado o trono de sua irmã a Rainha Branca (Anne Hathaway) e todos sofriam com seu reinado frio e cruel. A missão de Alice, mais uma vez, era salvar todo aquele mundo do reinado da Rainha Vermelha, mas isso não seria nada fácil, pois ele contava com a ajuda de um poderoso dragão que a todos aterrorizava e era o grande trunfo conta a Rainha Branca.
A jornada começa com a jovem heroína conhecendo seus céticos aliados Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e todos os demais seres confusos e divertidos que habitavam aquele lugar peculiar. Imediatamente eles são atacados pelo exército da Rainha Vermelha liderado por Stayne (Crispin Glover) e tentam fugir, mas o Chapeleiro é capturado para ajudar Alice a fugir. A partir de então ela irá enfrentar muitos desafios e se dar conta de que aquele lugar é mais real do que ela pensa e que sua jornada envolve também um auto descobrimento e que o momento de sua maturidade irá chegar quando ela compreender seu papel naquela aventura.
A verdade que se passa na história é a confusão de quem foi assistir esperando algo diferente do que está exposto. Sim, o filme tem defeitos técnicos, inclusive visuais, coisa impensável em se tratando de Tim Burton e que foi questionado por alguns críticos como uma preguiça do diretor por estar amarrado à ditadura Disney de como conduzir suas produções. O que pode ser uma verdade, já que Burton preza pela liberdade em suas produções que é quando se pode perceber sua qualidade para produzir histórias únicas pela mistura peculiar de cores e construções, além do figurino que são marcas registradas de sua mentalidade criativa. É verdade, muito do Tim Burton está em Alice no País das Maravilhas, mas não tudo e isso pode ser o motivo das duras críticas que o filme vem sofrendo apesar da ótima bilheteria que vem alcançando (é possível que chegue a ótima marca de 1 bilhão de dólares).
Sempre mal acostumados com um diretor mágico, capaz de fazer filmes com uma marca características. Em Alice temos um filme muitas vezes genérico e que peca por erros inadmissíveis, como por exemplo, o soldado Stayne e seu cavalo que ficaram muito artificiais e robóticos em seus movimentos, algo nítido e que impressiona mais em como passou pela pós-produção da forma que ficou. Sem falar do 3D precário do filme, muito fraco mesmo que nem de longe lembra o estardalhaço que se fez em cima do filme durante os períodos de pré-lançamento do longa. A batalha final realmente carece do apelo emotivo necessário para passar a grandiosidade que tenta, ficando minimizada e infantilizada demais. O filme fica aquém do que poderia e merecia ser nas mãos de alguém como Tim Burton.
Todavia, nem tudo em Alice é ruim ou fraco. O filme tem boas atuações no elenco, conta com uma trilha sonora ótima e muito ajustada, sem falar do figurino impecável na maior parte do tempo e os próprios cenários, que apesar de inconsistentes, apresentam momentos do Tim Burton que todos gostaríamos de ver. Por fim, vale lembrar que a jogada pensada pela Disney como esperta em manter o título original de Alice in Wonderland e não "Underworld" caiu muito mal e gerou mais combustível para a expectativa errada do grande público que esperava uma espécie de refilmagem do clássico mais conhecido, sendo que aqui se conta a história depois dos eventos do original mais conhecido.
Enfim o filme tem um balanço final sólido, mas que não impressiona como se esperava e ainda peca pela inconsistência. Uma pena, pois era justo pela presença de certos nomes que se imaginou que fariam o melhor dessa história numa transposição para a telona, mas não foi isso que aconteceu infelizmente. Ainda assim, vale a pena assistir o filme e se divertir com o mundo fantástico trazido para o cinema.
Intensidade da força: 7,5
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Homem de Ferro 2
Título Original- Iron Man 2
Título Nacional- Homem de Ferro 2
Diretor- Jon Favreau
Roteiro- Justin Theroux/Stan Lee
Gênero- Ficção/Ação/Aventura
Ano- 2010
- O herói politicamente incorreto está de volta...
Intensidade da força: 8,5
Título Nacional- Homem de Ferro 2
Diretor- Jon Favreau
Roteiro- Justin Theroux/Stan Lee
Gênero- Ficção/Ação/Aventura
Ano- 2010
- O herói politicamente incorreto está de volta...
Uma das sensações do cinema mundial teve seu retorno exibido nas telonas do Brasil no último dia 30/04. Sim, é Homem de Ferro 2 filme ansiosamente aguardado por milhares de fãs que ficaram deliciados com o que fora visto no primeiro longa. Pudemos rever com encanto a muitíssimo bem construída armadura do Homem de Ferro, que apesar de não ser mais feita pelo original ainda continua linda e impressionante. Nesse filme ainda contamos com várias versões da armadura, inclusive a que fica dentro de uma maleta. As ótimas cenas de ação continuam, mas será que o retorno de um dos heróis mais polêmicos dos quadrinhos ficou a altura do primeiro longa? Leia mais para decidir.
Nessa nova aventura temos Tony Stark (Robert Downey Jr.) no momento imediato após a declaração de que ele é o Homem de Ferro e os frutos que ele começa a colher dessa revelação. Contudo, nem tudo são flores juntamente com a euforia do povão vem a pressão do governo para que Tony divida os segredos por trás da roupa. Um novo inimigo aparece das sombras do passado do pai de Tony e ameaça tudo e todos com sua vingança meio sem sentido. Esse inimigo é Ivan Vanko (Mickey Rourke) filho de Anton Vanko que trabalho com o pai de Tony ainda no começo de suas vidas de cientistas militares. O pai de Ivan era um russo que se deixou levar pela ambição e foi banido e quem sofreu toda a carga emocional desse evento foi seu filho que cresceu num ambiente cheio de rancor e mágoa contra os Stark em geral.
Noutra ponta temos Tony enfrentando problemas causados pela contaminação do paládio que compunha o gerador em arco que além de mantê-lo vivo, ainda alimenta a armadura. O problema se agrava ainda mais a cada vez que Tony veste a armadura, pois o acúmulo de paládio se acelera agravando o quadro. Nesta situação grave de vida o Homem de Ferro se vê completamente sozinho e incapaz de se abrir com aqueles que o rodeiam, seja Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), ou James Rodes (Don Cheadle). O comportamento inconseqüente de Tony começa a afastar seus amigos e gera uma crise de confiança não só com eles, bem como internamente. O Homem de Ferro passa a ter comportamentos cada vez mais excêntricos e irresponsáveis piorando sua imagem perante a população. Todos se questionam se Tony Stark seria digno de vestir a armadura.
Nesse pequeno prelúdio de acontecimentos já se pode perceber que Homem de Ferro 2 introduz uma série de novos eventos e personagens na trama, mas diferentemente de Homem Aranha a trama se segura de forma muito mais concisa e firme, ainda que existam deslizes um pouco perdoáveis, pois manejar tantos eventos simultâneos não é nada fácil e alguns personagens ficam sim meio desperdiçados. O próprio Ivan Vanko fica um pouco subutilizado e as situações que o envolvem são em geral meio corridas a fim de que se consiga equilibrar com os momentos de personagens como James, Pepper, Nick Fury (Samuel L. Jackson), a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Justin Hammer (Sam Rockwell). Ainda que Jon Favreau (Happy, o motorista) conduza bem toda essa miscelânea o filme não se mantem na mesma toada extremamente equilibrada do primeiro longa.
Pontos positivos que no primeiro filme se mantêm firmes são a excepcional trilha sonora comandada por Ac/Dc, as cenas de ação muito bem dirigidas, ainda que um pouco rápidas em sua maioria e os efeitos especiais no geral. Todavia, a condução narrativa é inconsistente em diversos momentos, especialmente nas cenas de Tony e Pepper ou de Tony se perdendo nas suas loucuras que são típicas do personagem original, mas ficaram muito longas e repetitivas em certos momentos, assim como a forma que o Máquina de Combate surge. A película continua muito acima da média no geral e mesmo estes deslizes não são suficientes para tirar o brilho de um bom filme, mas que não atinge o patamar do anterior. Primeiro por não trazer nada de novo (não me entendam mal aqui, mas fazer bem a mesma fórmula do primeiro tem seu lado bom, bem como seu lado ruim), segundo por não saber balancear com a mesma maestria os momentos na condução da história.
O balanço final de Homem de Ferro 2 é muito bom e agrada bastante no contexto geral. A galera da Marvel mostra mais uma vez que eles sabem conduzir suas histórias com bastante propriedade e a conexão dos universos começa a se fazer sentir de maneira mais presente neste filme do que em qualquer outro até agora. O caminho para o tão sonhado crossover nos cinemas, antes algo impensável e improvável, vai se delineando como algo palpável e tem tudo para marcar um novo paradigma nesse tipo de história. Agora damos uma pausa no Homem de Ferro em aventuras "solo" e abrimos caminho para o filme de Thor, Capitão América e os Vingadores que irão fechar o arco para a mega aventura que, cada dia mais, parece que será conter o Hulk no futuro filme dos Vingadores. Longa vida a Marvel nessa sua empreitada e que tudo dê certo. Os fãs de HQ's e cinema agradecem.
Intensidade da força: 8,5
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Justificando o Sumiço...
Pois é pessoal que acompanha o blog. Ultimamente tenho estado um pouco distante e postando muito pouco, mas isso se deve a algumas razões e irei dizer as mais importantes delas aqui.
A primeira de todas é a falta da carteira de estudante que está a caminho (Graças a DEUS!), isso impediu que eu fosse assistir alguns filmes recentemente. Eu até poderia ter ido noutros dias que possuem promoções, mas houve indisponibilidade de tempo.
O segundo motivo já foi mencionado acima, mas ainda tem um pouco mais e se deve a uma certa mudança de domicílio e isso envolve uma readaptação que precisa de algum tempo para ficar completamente ajustada. Estes dois motivos foram os principais para a pouca quantidade de atualizações nas duas últimas semanas. Conto com a fidelidade de vocês, pois logo logo estarei voltando a postar novas reviews e quem sabe a tão anunciada e adiada mudança do blog para um enfoque mais rotineiro de novas noticias que não sejam somente reviews finalmente aconteça.
Estou num momento de mudança na vida pessoal e isso pode refletir no blog também, talvez o estilo das reviews mude e se o fizer estarei colocando uma enquete para saber o que vocês estarão achando (quando acontecer e se acontecer). Vamos ver. Além disso, quem sabe o blog ganhe seu próprio domíno? Por isso reforço o convite para que não abandone o blog, pois ele não abandonou seu pequeno público fiel que sempre tenta nos visitar de vez em quando.
Um grande abraço a todos e muita força!
A primeira de todas é a falta da carteira de estudante que está a caminho (Graças a DEUS!), isso impediu que eu fosse assistir alguns filmes recentemente. Eu até poderia ter ido noutros dias que possuem promoções, mas houve indisponibilidade de tempo.
O segundo motivo já foi mencionado acima, mas ainda tem um pouco mais e se deve a uma certa mudança de domicílio e isso envolve uma readaptação que precisa de algum tempo para ficar completamente ajustada. Estes dois motivos foram os principais para a pouca quantidade de atualizações nas duas últimas semanas. Conto com a fidelidade de vocês, pois logo logo estarei voltando a postar novas reviews e quem sabe a tão anunciada e adiada mudança do blog para um enfoque mais rotineiro de novas noticias que não sejam somente reviews finalmente aconteça.
Estou num momento de mudança na vida pessoal e isso pode refletir no blog também, talvez o estilo das reviews mude e se o fizer estarei colocando uma enquete para saber o que vocês estarão achando (quando acontecer e se acontecer). Vamos ver. Além disso, quem sabe o blog ganhe seu próprio domíno? Por isso reforço o convite para que não abandone o blog, pois ele não abandonou seu pequeno público fiel que sempre tenta nos visitar de vez em quando.
Um grande abraço a todos e muita força!
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